A vida no feriado.

24 04 2011

O aguardado feriado de Páscoa veio acompanhado de uma listinha de afazeres, porque é claro que você decide colocar a desordem da sua vida – bagunçada nos últimos vários meses – na mais perfeita ordem em apenas alguns dias. São coisas para comprar, arquivos para arrumar, contatos para fazer, contas para pagar, presentes para entregar. Quando a gente vai ver, o feriado já passou e a sua lista, pouco diminuiu. Claro que não foi só culpa minha, ok?

Tenho que dizer que levei longas 6 (s-e-i-s) horas para sair da capital e ir para a terrinha. Um trajeto de 150 km, que em dias bons, me custam 2 horas de carro, em média. E esse, definitivamente não foi um dia bom. Já aí foi-se uma manhã e parte da tarde, com direito a almoço dentro do carro, mediante a lanchinhos disponibilizados pelas simpáticas moças do pedágio – nada como as ações publicitárias, não é mesmo?

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Um ano depois.

5 04 2011

Há exatamente um ano desembarcava em solo espanhol para passar três meses por lá. Desci no aeroporto de Barajas, em Madri, e fui para Pamplona, também de avião. Lá, peguei um ônibus para Logroño e, logo que desci na rodoviária, busquei um taxi que me deixou – ridiculamente – 4 ruas a diante. Tudo isso poderia ser resolvido com um simples ônibus Madri-Logroño e algumas pernadas até o dormitório que me instalei durante esse tempo. Mais barato e mais rápido. Só que quando a gente não sabe das coisas, fica assim, tonta de tudo.

Depois de um ano, fiquei um pouco mais espertinha. Aprendi a beber vinho riojano e falar “vale, venga!” por qualquer motivo. Os “tíos y tías” conhecidos se espalharam pelo mundo e assim ele pareceu menor e mais próximo.

Bons tempos.

 

ps. Ok, parei com a sessão nostalgia.

ps2. Ainda não ampliei as fotos da viagem! Uf..