E o primeiro pedaço do bolo vai para…

27 01 2009

AP

….o mundo árabe!

O novo presidente dos Estados Unidos parece que tem uma preocupação imensa em desfazer a imagem de vilão que seu país tem deixado para o resto do mundo nos últimos 8 anos, com o comando de Bush.

Ações como assinar o decreto para o fechamento da prisão de Guantánamo, em Cuba, e possuir um contato via internet, através de páginas no Youtube e no Flickr, com seus eleitores e o mundo, traz um marketing pessoal e nacional muito positivo.

A última de Obama foi conceder sua primeira entrevista para a TV, depois de eleito, para um canal árabe, a al-Arabya. Num gesto que mostra “abertura” para um diálogo com o Oriente Médio. Na entrevista, reafirmou a posição de aliado que os Estados Unidos possuem com Israel, mas sugeriu que os israelenses têm importantes decisões a serem tomadas, e que serão cobrados por isso.

Saiu no Estadão.






Sabe a trilha? Voltei viva. I-e-b-a.

24 01 2009

Impulsionados pelo “Espírito”, pela obamania “Yes, We Can”, pelo patriotismo “Sou brasileiro e não desisto nunca” e pela vontade incontrolável de ser um pouco escoteiro (essa foi só pra mim): Subimos. Sim, subimos o Pico do Itapeva. Num ritmo nada iniciante, completamos o trajeto em menos de 4 horas e meia. (Parece que alguém errou nas contas e não eram bem 9 horas caminhando)

Nos perdemos em um determinado trecho do Bosque dos Eucaliptos, que estava no clima bem “Bruxa de Blair” + “O Crepúsculo”, mas nada que um celular e algum senso de localização não resolvam. Até porque memória…aahhhh….essa aí passou longe.

Vocês devem estar se perguntando, “Mas trilha, com esse tempinho frio, úmido e mega chuvoso?” Sim, amigos. Com esse tempinho mesmo. Foi tudo por conta do Espírito, que é algo inexplicável, mas extremamente motivador. Talvez lancemos alguma publicação ao estilo “O Segredo”, de pensamento positivo, sabe? Veremos.

Enfim, pegamos alguma garoa do meio para o final da trilha, sendo que nos últimos 30 minutos simplesmente caiu aquele toró. Eu, particularmente, culpo o Ulisses que resolveu maldizer os céus, em função do tempinho que não esquentava nunca. Há…os deuses se vingaram com um aguaceiro que deu a nítida impressão que tínhamos acabado de mergulhar com roupa em uma piscina.

Quem não estava resfriado, com certeza ficou. A minha voz nesse momento está numa mistura de Cid Moreira (“Ahhh…Mister M”) com meninos pré-adolescentes naquela irritável mudança de voz desafinada. O resultado até que não foi de todo mal: uma torção no pulso e outra no pé. Esperava bem mais escorregões.

Ah! Quase me esqueci. Fomos surpreendidos no meio do nosso descanso-pós-chuvinha-momentânea por nada mais que CINCO labradores (eram 5 mesmo, não é, meninos?) das mais variadas cores. Chegaram todos fanfarrões nos lambendo e nos cheirando, seguidos por gritos de um casal “Pampa! Não! Sai daí!” Era um simpático casal paulistano que estava por ali passando. Únicos outros seres-humanos que nós encontramos durante toda a aventura, por sinal.

Bom, acho que foi basicamente isso. Houve várias cantorias, piadinhas e momentos constrangedores, mas que não havia sentido relatar aqui, uma vez que “o que acontece na trilha, fica na trilha”. Hehe

Só deixo aquele MUITO OBRIGADO para o senhor Luís (meu pai) e para a dona Selma (minha mãe) que nos “resgataram” depois de tudo isso com um carro quentinho e acolhedor + chocolate quente + café + pão-de-queijo + aquela disposição. Pois é, o Espírito é contagiante.

Câmbio Desligo.

P.S. – Temos vídeos ótimos e fotos incríveis de toda a aventura. Postarei alguns aqui, ok? (Mas os melhores estão nas câmeras dos meninos! Postem na net, pombas!)

P.S. 2 – Os nomes dos desbravadores: Camila, Stefano, Gabriel, Pedro, Rodrigo e Ulisses. Valeu, gente! Foi mega bacanão! =)

>> Mais vídeos aqui!





A trilha.

23 01 2009

Sim, sim, sim, férias combinam com aventura!

Amanhã, irei com alguns amigos subir o Pico do Itapeva, que fica próximo de Campos do Jordão, mas ainda em território pindamonhangabense. Serão aproximadamente 9 horas caminhando. Isso mesmo. Você não leu errado.

E caso eu sobreviva a toda essa atividade, conto aqui como foi.

Torçam para a gripe de – quase – todos melhorar,  o tempo firmar e para os lobos não nos comerem. (Por lobos, leiam: borrachudos)

Câmbio, desligo.





Pedalando, meu amigo. Só assim.

10 01 2009

 

Há simples prazeres da vida que nos fazem um tremendo de um bem, mas por conseqüência (eu gosto dos tremas, não vou tirá-los) dessa nossa vida-louca-vida, acabamos deixando de lado. Andar de bicicleta é um desses prazeres. Há exatos 3 anos, quando me mudei para São Paulo, parei de pedalar pelas ruas aqui de Pindópolis. Havia me esquecido como é bom pedalar pelas ruas. Hoje, desenganchei a magrela da garagem, dei uma lavada de leve, enchi os pneus e criei coragem de sair por aí de novo, como nos velhos tempos. A ida até o centro da cidade me deixou com a saudável cor de pimentão – algo que não acontecia desde dos idos de 2005, tempos em que não sabia beber e ficava dessa cor.

 

Enfim, percebi coisas interessantes nesse passeio:

 

1. Eu realmente tenho um caso de amor com o vento. Não sei explicar, mas provavelmente não seria a mesma pessoa se ele não existisse; ele me acalma de uma maneira que poucos seres vivos conseguem fazer.

 

2. Assistir a filmes de romance, novelas e seriados realmente não fazem bem para a sua vida amorosa. Tinha lido isso no Destak, era uma matéria que dizia que uma pesquisa feita pela Universidade de Iauuasgsdiauysg, com os cientistas de Uashaishbiaud apontava que nos faz mal assistir a esses filmes de amor. E é algo até que lógico, porque na ficção tudo é mais cor-de-rosa e mais plasticamente bonito, não? Daí, você olha para o seu umbigo e fala: “Poxa, porque SÓ comigo que isso não acontece?” A resposta, meu caro, é simples: ficção não é realidade. E não entremos no mérito dos psicólogos e roteiristas, é apenas um fato.

 

3. Eu preciso andar mais de bicicleta. Sério. Meu condicionamento físico anda muito a desejar. Isso que dá ficar só andando em veículos motorizados.

 

4. Eu gosto de ficar tento essas viagens mentais durante esses passeios. É algo que acredito que não podemos fazer se estamos dirigindo um carro, por exemplo. – E não falo isso só porque o Detran me reprovou na prova de direção, tá? – Pés e bicicletas são meios de locomoção lindos e saudáveis e eu os adoro.

 

Foi isso. Ah! E só para fechar, gostaria de mandar aquele beijão grandão para a senhora minha mãe – Dona Selma – que aniversaria nesse 10 de janeiro! Se não fosse por ela…ai,ai,ai….o que seria de mim? Mas podem deixar que já entreguei o meu beijão pessoalmente.

 

2009 – Aproveitem. Mesmo não sendo um ano par. Acredito que ele será bem bacana. Por quê? A Editora Globo me quis como sua estagiária e eu me formo esse ano. Medinho. Ah, e quem tiver idéias para um TCC sobre Jornalismo Ambiental me dê um toque, ok?

 

O vídeo do post é de uma banda chamada Nada Surf, a música “Inside of Love” é linda, por isso está aqui.Triste, mas linda. Dêem uma conferida.

“Of course, I’ll be all right. I’ve just had a bad night.”