O seguro morreu de velho.

28 12 2011

Para tentar garantir o menor dos problemas enquanto estiver viajando, fui atrás de opções de seguro de saúde e afins. A mais prática que encontrei foi a do próprio cartão de crédito. Você pode contratar o serviço de acordo com o país que vai e quantos dias ficará fora. Além de cobrir para eventuais males de saúde, ele também cobre perda de bagagem e atraso de voo. O preço compensa, viu?

Por falar em cartão de crédito. A minha outra dúvida era que “dinheiros” levar. Já tinha o visa travel money da outra viagem, mas por causa da conversão da moeda não valia tanto a pena. Então, optei pelo óbvio: habilitar o cartão de crédito para o uso internacional e levar também dinheiro em papel. A Bolívia e o Peru, por serem países com moedas fracas, utilizam bastante o dólar, para facilitar o contato com os turistas. O site do Uol Economia é útil para se ter ideia dos câmbios – e por falar neles:

R$1 = 3,70 bolivianos (Bolívia)

R$1 = 1,43 soles (Peru)

Eu, na minha inocência, percorri as diversas casas de câmbio disponíveis ali no centro paulistano em busca das moedas latinoamericanas para comprar. Nenhuma delas tinham as moedas. Talvez consiga no aeroporto, e olhe lá! Mas tudo bem, vamos trabalhar com o dólar mesmo.

Outro ponto importante: vacinas. Os dois países que escolhi pedem que o viajante tenha tomado a vacina de febre amarela. Para comprová-la, é necessário ter com você o Certificado Internacional de Vacinação, disponibilizado pela Anvisa. Depois de tomar a vacina, você leva esse comprovante até um dos postos da Anvisa (normalmente em aeroportos). Você preenche um cadastro e eles te entregam o certificado. Para adiantar, já pode preencher pelo site deles, aqui. Eu vou levar o cadastro preenchido no aeroporto, no dia que for embarcar.

Bom, de resto, continuo com os meus roteiros e reservas em andamento! Eles ainda estão sofrendo alterações…mas a boa notícia é que consegui a reserva no hostel de Cusco, que queria! Agora só falta conseguir reservar o pacote para Machu Picchu com eles – porque é claro que a transferência internacional não deu certo. Maldito código SWIFT!

Com essa, enrolei mais um dia para olhar a mala com mais calma….talvez veja isso hoje.

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