Nota de uma consumidora infeliz.

1 08 2011

Como nem tudo nessa vida é desgraça, e sim, você pode aprender com os casos desastrosos das outras pessoas, resolvi compartilhar a história abaixo na esperança que, no futuro, possa ajudar alguém. Aproveitem.

O drama Correios x Camila aconteceu mais ou menos assim, como escrevi para a Ouvidoria da empresa no dia 6 de julho, depois de inúmeras reclamações via telefone e internet:

Aguardo minha correspondência chegar via Sedex (SZ231203613BR) desde o dia 22 de junho de 2011. O conteúdo – meu aparelho celular – foi esquecido por mim em um táxi em Anápolis/GO, cidade que estava a trabalho. Consegui realizar a parte mais trabalhosa: o taxista postou meu celular através dos Correios no dia seguinte para a minha residência, em São Paulo/SP. Entretanto, a parte menos trabalhosa dessa história – com a qual não esperava ter qualquer tipo de problema – falhou. Até hoje, dia 06 de julho, aguardo pelo pacote, que não foi entregue pelos Correios.

Entrei com um pedido formal de reclamação, através do site, e passado os cinco dias úteis para a obtenção de uma resposta, continuo sem saber qualquer informação. Já inclusive liguei para o atendimento ao cliente, que confirmou a falta de informação sobre o destino do pacote.

Gostaria de deixar claro que sempre confiei nos serviços prestados pelos Correios até a presente data, contudo essa confiança não existe mais. Dessa maneira só posso registrar aqui a minha indignação.

Sou jornalista e dependo do meu número – e aparelho – telefônico para poder trabalhar. Essa situação já se prolongou muito mais do que eu esperava. Por isso, afirmo que se nenhuma posição for comunicada até o fim dessa semana, não me resta mais nada a fazer a não ser dar entrada a uma reclamação através do PROCON e meios de comunicação.

Gostaria também de afirmar que o valor pago pelo reembolso do sedex não chega nem perto de uma compensação justa, caso os Correios não consigam informar onde, afinal, se encontra o pacote enviado a mim. A perda de meu celular implicará em uma indenização por perdas e danos morais.

Confiante que a localização de minha correspondência também é de interesse dos Correios, que tem a responsabilidade sobre seus serviços, aguardo o melhor final possível para essa infeliz situação.

Sem mais,

Camila Pastorelli

Depois dessa carta, resolveram me informar que o objeto havia sido extraviado mesmo. Claro! Já que imagino a mobilização interna incrível entre os funcionários, com até mesmo a comunicação interna da empresa repassando minha cartinha, para que uma busca insana fosse feita entre pacotes e encomendas alheios, antes de decidirem me informar o “extraviático” resultado.

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When you got a job to do.

7 07 2011

Se um dia eu prestasse um serviço de envio de correspondências, pacotes e afins que dominasse todo um país, e cobrasse um valor por esse serviço, eu teria o mínimo de responsabilidade e eficiência para com meus clientes. Sabe como é, perder um objeto não seria uma opção. Mas sei lá, essa sou eu. O mundo é tão diferente, não é mesmo?