A viagem latinoamericana em fotos e música

10 07 2014

Oi, gente,

Depois de muito tempo, finalmente consegui reunir algumas das imagens feitas durante a viagem para a Bolívia e o Peru e montar um pequeno vídeo com elas. Escolhi a música Latinoamérica da banda Calle 13. Essa banda de Porto Rico me emocionou muito com essa música. Sempre que a escuto ou vejo o maravilhoso clipe que fizeram, fico tocada. E não é exagero dizer que foi por causa desse vídeo que decidi ir viajar.

A minha intenção era fazer um pequeno resumo do que vi. Compartilho aqui com vocês!

Espero que gostem! =)

 

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The Commitments

21 05 2013

Ontem tive a sorte de assistir ao show da Jesuton, uma das apresentações da Virada Cultural, em São Paulo. Essa cantora inglesa de 27 anos veio parar no Brasil para ganhar a vida, depois de cursar Ciências Sociais, viajar para a América Latina e conhecer o atual marido em Cusco, Peru. Começou a cantar nas ruas do Rio de Janeiro e graças a vídeos postados na internet, foi descoberta e trocou as ruas pelos palcos. Gravou um CD e estava com uma canção cover na trilha sonora da última novela global das oito (ou das nove). Vale conhecer o vozeirão da mulher que canta também em português. Foi lindo!

Bom, falei tudo isso porque além do show ter sido ótimo, a Jesuton cantou uma música que conheci quando assisti ao filme The Commitments – Loucos pela fama (1991) há alguns anos, confiram o trailer abaixo. O filme se passa na Irlanda e conta a história de alguns amigos que decidem montar uma banda de soul music. Além de ser divertidíssimo, a narrativa conta com uma trilha sonora maravilhosa, que os atores/músicos interpretam muitíssimo bem! Depois de ver várias vezes o filme nas reprises do Cinemax ou da HBO, não me lembro mais, comprei a trilha sonora e ouvi sem parar. Ah! e uma das músicas mais lindas do filme, e a tal que a Jesuton cantou também ontem, é a Try a little tenderness

Pesquisando um pouco mais sobre o The Commitments ontem acabei descobrindo que em 2011 se comemorou 20 anos do filme com um grande show feito por todo o elenco em Dublin, na Irlanda. Muito emocionante!

No filme, o músico Andrew Strong, que interpretou o vocalista da banda, impressiona com sua interpretação, que voz!! Bom, ele continua cantando por aí (agora já sem os cabelos compridos da época), mas com a mesma potência ao microfone. Acabei baixando um CD dele, não resisti.

Outro músico que se destacou após o filme, e quando descobri fiquei chocadíssima, foi o meu querido Glen Hansard (já falei dele aqui). Gente, ele era MUITO feinho e estranho! Como pode a pessoa dar um upgrade tão impressionante com apenas alguns anos? Olha a fotinho dele aí embaixo (o ruivo à esquerda).

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Bom, para quem não conhece o filme, eu super recomendo!

Até!





Sir Paul no Brasil. Eu vi!

3 12 2010

A gastrite da semana inteira, acompanhada de uma inesperada e repentina gripe, parecia que iria estragar com um dos shows que mais esperei nos últimos anos. Não foi bem assim, mas emoções não faltaram. Fui na segunda-feira, já que tinha perdido a venda relâmpago para o domingo, dia 21 de novembro.

Comprei junto com dois amigos que moram em Campinas e, no dia, como eu estava com os ingressos, esperei por eles na entrada do estádio. Minha família também foi, mas eles entraram antes, já reservando um bom lugar na pista. Com a chuva que caía, o trânsito não estava dos melhores, então, fiquei aguardando algumas boas horas. Tempo para bater papo com o policial, esclarecer dúvidas dos fãs que passavam perto de mim e que sei-lá-porque-motivo me achavam com cara de informação: “Não, com guarda-chuva não pode entrar”, “Essa é a entrada da pista; para a arquibancada, você vai ter que voltar”, “Essa camiseta dos Beatles não está à venda aqui, trouxe de casa”, “Não tô comprando ingressos, obrigada”.

No meio dessa confusão, em algum momento, achei um lugar para sentar ao lado de um rapaz que estava com a pior cara do mundo. Só entendi o motivo depois que alguns policiais vieram perguntar para ele o que havia acontecido.

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The Swell Season’s concert.

31 08 2010

Eles eram músicos. Fizeram um filme. Ganharam um Oscar. Se apaixonaram. Montaram uma banda. Começaram um namoro. Terminaram o namoro. Continuaram músicos. Continuaram com a banda. Continuaram apaixonados pela música que criaram. Eles são Glen Hansard e Marketa Irglova. Eles são The Swell Season.

A história incomum de um irlandês de 37 anos e de uma checa de 19 anos que estrelaram juntos um filme de baixa produção, com apenas duas handy cams, gravado em 17 dias, conquistou o público, dentro e fora das telas. Once” ou “Apenas uma vez (2007), dirigido por John Carney, faturou o Oscar de Melhor Canção Original em 2008 e esse foi só o começo para a dupla resolver continuar a parceria musical, criando o Swell Season.

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Porque o rock em espanhol nunca decepcionou.

27 05 2010

Nos bons tempos, quando eu podia assistir a MTV Latina pela TV a cabo, em casa, eu descobria várias bandas e músicas espanholas bacanas, tanto da America Latina, quanto da Espanha. Foi assim que eu descobri o Catupecu Machu, Villanos, Bersuit, Juanes, La Oreja de Van Gogh e assim foi. Depois que cortaram o sinal e acabaram com a minha alegria, ficou um pouco mais difícil.

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Boas letras, melodias contagiantes, performance respeitável. Não tem erro.

4 03 2010

Existem muitas razões para assistir a um show ao vivo. Muitas outras mais para assistir a um show ao vivo num estádio de futebol. Independente de quais sejam elas, para mim, a principal é poder sentir o que o músico está sentindo ali no palco e ver como ele consegue se envolver com a sua música e passá-la adiante.

É muito notável quando uma banda chega a um estágio elevado de cumplicidade com seus integrantes e atinge uma intensidade única em suas músicas. Eles cantam, gritam, fecham os olhos e tocam como se aquela fosse a última vez. Isso vale para bandas e cantores de qualquer proporção. Pode ser em um show com os amigos da Seamus num domingo à noite num barzinho de esquina, em Pindamonhangaba, ou com os ingleses do Coldplay no estádio do Morumbi, em São Paulo, numa terça-feira.

Muitas vezes, gosto apenas de olhar e imaginar qual a sensação daqueles que estão do lado de lá. Já toquei algumas vezes por aí, mas nunca com esse grau de descontrole puro. Por isso que gosto de tentar perceber o que é sentido durante um show, como por exemplo do Coldplay, nessa semana. O que é estar à frente de uma platéia de cerca de 60 mil pessoas de um país que não é o seu, cantando músicas escritas por você, nas quais você acredita e se importa? Acho isso extremamente surreal. Emoção demais para uma pessoa só, eu não agüentaria, iria chorar horrores, certeza.

Enfim, achei o show muito bom, mas infelizmente o som para a arquibancada não foi bem o esperado. Abafado e um pouco baixo, prejudicou aqueles momentos em que você queria gritar mais alto que todo mundo e mesmo assim continuar não sendo ouvido, porque, afinal, você não canta tão bem assim. Quando “Fix You”, “Shiver”, “Lovers in Japan” e “The Scientist” tocaram, eram os momentos, sabe? Mas tudo bem, tentei não parecer uma louca, nem nada parecido…

É curioso como Chris Martin e sua turma conseguem conquistar as pessoas com quase nada de arrogância ou tiques a la rock star – o que para qualquer mortal com sotaque britânico já é um GRANDE feito. O vocalista falou algumas palavras em português, como de praxe, e sempre quando usava o inglês, pedia desculpas, mostrando certo desconforto, como se realmente quisesse ser entendido e falar a língua local. Não tem como não achar os caras, “Os caras”. E para completar, entregaram CDs grátis no final do show. Um lindo CD com capinha de borboleta, contendo 9 músicas ao vivo. Tudo o que você pensa é “COMO assim? Que muito legal tudo isso!”. E é mesmo.

Daí bate aquela vontade de você conseguir fazer isso um dia, chegar a esse nível, entende? É por essas e outras que não tem coisa melhor do que ir a um show e ter todas essas sensações te preenchendo a cada faixa tocada. Você sai renovada, os músicos saem renovados e a vontade é de querer ir para o próximo e sentir tudo isso de novo.

P.S. – No próximo, eu vou na pista. Ah, vou.





E o carnaval passou.

17 02 2010

E com ele, passou muito calor, muito ensaio e a esperada alteração na minha faixa etária: agora são 22. Idade par. Há! Só pode ser coisa boa.
Enfim, aproveito também para divulgar um ótimo evento que acontecerá nessa sexta-feira, que irá curar sua ressaca carnavalesca com um bom roquenrôu.
Te espero, lá!
😉