Os últimos dias em Cusco e a volta para a Bolívia

12 11 2012

Após os incríveis dias em Machu Picchu, estava de volta a Cusco. Eu ainda teria mais dois dias antes de voltar para La Paz e viajar rumo ao deserto do Uyuni.

Aproveitei para explorar um pouquinho mais a cidade, e no meio das andanças pelo centrinho, encontrei os brasileiros com quem havia viajado para MP. Eles conheciam um pequeno restaurante ao lado da catedral e lá fomos. Provei o ceviche como primeiro prato e a carne de alpaca como segundo.

Ceviche em Cusco

Ainda teve uma repentina apresentação ao vivo de três músicos que passavam pela rua. Dois deles eram argentinos e o outro, peruano. Tinham acabado de formar um trio. Assista a um trechinho da apresentação aqui.

Rua da cidade de Cusco

Me despedi dos brasileiros e continuei minha última voltinha pela cidade – ainda tinha algumas atrações do boleto turístico para gastar. Fui ao monumento ao inca Pachakuteq, grande governante e responsável pela expansão inca. O prédio é interessante e, do alto, pode-se ver Cusco de um ângulo privilegiado.

Monumento a Pachakuteq

Foto de dentro do monumento a Pachakuteq

Pela noite, encontrei com os brasileiros novamente e fomos jantar em outro restaurante, perto da Plaza de Armas. Dessa vez, a pedida foi uma massa, que estava bem gostosa. Esperamos a chuva passar para olhar algumas lojinhas e tirar fotos na praça, que fica ainda mais bonita à noite.

Camisetas divertidas

Plaza das Armas com Catedral, ao fundo

Arcos no entorno da Plaza das Armas

Último dia na cidade: descobri um restaurante indiano barato, que com 15 soles, comia-se à vontade. O lugar se chamava Maikhana e, para mim, a comida não foi das mais gostosas, mas a dona era simpática, o lugar era limpinho e a mesa posicionada no balcão, um charme só. (nota: uma amiga almoçou lá outro dia e amou! Talvez eu não tenha dado sorte). No dia, 15 de janeiro, comprei o jornal para entender que raios havia acontecido com um cruzeiro italiano que encalhou, descobri o incidente com o Costa Concordia, e fiquei fazendo hora até chegar a noite.

Detalhe do balcão do Maikhana

Durante a tarde, havia pesquisado algumas empresas de ônibus que faziam o trajeto Cusco-La Paz, e acabei optando por uma que tinha um bom preço, a Transportes Litoral Miramar. Pedi para o rapaz me escrever no flyer da empresa quanto sairia a viagem, só para deixar registrado. E assim ele anotou: 85 soles (guarde essa informação para algo que conto a seguir).

Em Cusco, você encontrará muitas pessoas na praça ou em pequenas lojinhas de viagem que oferecerão passagens. Há essa opção de comprar antecipado e “mais garantido”, como dizem, ou comprar na hora, na rodoviária. Optei por chegar mais cedo na rodoviária e comprar lá mesmo; fiquei encanada com a possibilidade de ter alguma porcentagem e ter algum prejuízo, apesar deles me garantirem que o preço era o mesmo.

O ônibus saía às 22h, então cheguei uma hora antes. Aproveitei para ver os valores de outras empresas, que tinham passagens entre 100 e 120 soles e, em tese, ofereciam os mesmos benefícios: semi-leito, banheiro, cobertores, ônibus novos, etc. Acabei indo para o guichê da empresa que havia escolhido antes. Chegando lá, uma cena curiosa aconteceu. Aparentemente, o ônibus desse horário estava lotado, mas por sorte uma senhora estava devolvendo a passagem dela no exato momento que cheguei, pois seu filho ficou doente e ela precisava socorrê-lo. Até eu entender toda essa cena, custou um pouco, pois a senhora só olhava para mim e chorava com o bilhete na mão e o rapaz no guichê, com seu dente de ouro, falava que eu poderia comprar a passagem por 90 soles (cerca de 70 reais). Eu falei que não, afinal tinha o meu “comprovante” que dizia que a passagem custava 85 soles. O rapaz da empresa encolhia os ombros e ria, dizendo “se você quiser, são 90 soles; pode negociar com essa senhora”. Ou seja, a senhora (provavelmente boliviana) havia pagado 5 soles mais caros sabe-se lá por que razão e eu, que só havia a opção de comprar sua passagem, deveria fazer o mesmo.

A espera antes de embarcar para La Paz

O meu problema não eram os 5 soles mais caros, porque convertendo em reais, isso não é lá grande coisa. Mas o que me pegou foi, mais uma vez, perceber, como nada tinha um preço fixo! Tudo dependia da situação, do vendedor ou do seu rostinho bonito. Bom, depois que toda essa situação foi resolvida, comprei minha passagem e fiquei no aguardo do ônibus, que apenas saberia de qual plataforma iria sair, alguns minutos antes de embarcar. Então, o esquema era ficar de olhos atentos para o guichê da empresa, pois era dali que alguém iria nos encaminhar para a plataforma.

Por fim, embarcamos e para a minha surpresa – ou não – o ônibus era velho, sem cobertores para todos e o banheiro, que nem me atrevi a olhar, cheirava mal pra caramba.

A viagem durou por volta de 10 horas e eu não consegui dormir quase nada. O único compensador foi a paisagem ao amanhecer, que era linda! Ao chegar na imigração, o posto ainda estava fechado. Tivemos que aguardar cerca de 1 hora para passar para a Bolívia. Era por volta de 7 horas da manhã e fazia muito frio! Na fila, conversei com duas jovens italianas, super simpáticas (detalhe: cada uma pagou 100 soles pela mesma passagem que eu paguei 90, mas custava 85. Foda, né?). Depois, acabei encontrando outros brasileiros com quem havia andando pela Ilha do Sol, em Copacabana, logo começo da viagem. É muito engraçado ver como, apesar de algumas diferenças de percurso, acabamos fazendo os mesmos trajetos.

O procedimento foi simples, carimbei meu passaporte dizendo adiós para o Peru e fui toda pimpona para o lado de lá da fronteira para pegar o papel da imigração e, oficialmente, entrar no país.

Eis que, no meio do caminho, um guarda me chama. Achei que ali já era onde deveria pegar o papel da imigração e fui. Entrei num corredorzinho e ele me pediu para esperar, enquanto, dentro de uma sala, um outro turista era questionado. Logo percebi que ali não era a imigração e sim, a polícia peruana checando se ninguém estava portando nada ilícito. Quando percebi isso, tentei manter a calma, fazer a minha cara de não-sou-traficante e apenas responder o que me perguntassem.

O turista, que acho que era argentino, saiu e o guarda pediu para eu entrar. Eu estava apenas com uma bolsa, na qual estava minha câmera e alguns documentos, mais um porta-dinheiro por baixo da roupa. Minha mochila estava no ônibus, já do outro lado da fronteira, apenas esperando todos os passageiros pegarem seus carimbos de entrada e saída para seguir viagem (esse é um procedimento padrão, já que você deve cruzar a fronteira caminhando, por isso todos os ônibus passam primeiro e te esperam do outro lado).

Na sala, havia três policiais: um que entrou comigo, outro no computador e mais um, atrás de uma mesa. Não havia cadeiras e fiquei de pé, de frente para o terceiro policial – que foi até simpático. Pediram meu passaporte e também para que eu tirasse tudo de dentro da minha bolsa, para que eles pudessem olhar. Os dinheiros no porta-dinheiro também tiveram que ser colocados em cima da mesa.

Enquanto o policial do computador olhava meu passaporte, o policial da mesa me fazia algumas perguntas e contava meu dinheiro. Eu tentava olhar para todos os três ao mesmo tempo, sem saber o que tanto olhavam no meu passaporte e se eles iam me devolver. Eles viram que eu já havia estado na Bolívia antes e perguntaram porque ia voltar. Contei parte do meu itinerário e eles, aparentemente, entenderam.

O policial da mesa perguntou se era a primeira vez que viajava para o Peru (ele inclusive viu o carimbo de Machu Picchu e perguntou se havia gostado), se estava viajando sozinha, perguntou também qual era a minha profissão (nota: se você é jornalista, nunca é bom responder que é jornalista. Mas na hora, não senti hostilidade, então falei a verdade). Ele tirou os olhos dos meus dinheiros e perguntou se estava ali a trabalho ou a turismo. Disse, com o sorriso brasileiro no rosto, que era a turismo. Estava bem tranquila, não tinha nada contra mim dentro da minha bolsa, mas sabe como é, né?

Ele continuou com as perguntas, olhou os dólares e disse “Ué, mas no Brasil não se usa dólares, e sim, reais. Por que você tem dólares?” E eu, calmamente, disse que também se usava dólares no Peru (como se ele não soubesse) e na Bolívia. Depois, ele pegou algumas notas de soles e disse “Esse dinheiro não servirá para você na Bolívia, você terá que trocá-lo.” Eu disse que sabia e que não havia problema (na minha cabeça, só pensava: ok, agora coloque o dinheiro de volta na carteira).

Cruzando a fronteira, rumo a Bolivia

Foram cerca de 5 minutos na salinha e logo fui liberada. Dessa vez, apertei o passo e cruzei logo a fronteira. Peguei a fila para preencher o papel da imigração e torci para que meu ônibus ainda estivesse esperando por mim, já que o motorista não era dos mais pacientes. Papéis preenchidos, corri para onde estava o ônibus. O motorista, que já estava buzinando, me olhou feio e perguntou porque havia demorado tanto. Pedi desculpas e fui logo para o meu lugar. Só faltava eu mesmo para seguir viagem.

Ainda tínhamos mais duas horas de viagem até La Paz. Na TV do ônibus começou a passar um filme japônes bizarro, com toques de aventura e humor pastelão (dublado em espanhol). Até que deu para dar umas risadas em alguns momentos. Passada meia hora, passamos por uma espécie de posto de controle das estradas. O ônibus parou e um oficial boliviano entrou para checar se todos estavam com o comprovante da imigração – algo que todos deveriam ter pego na fronteira. Infelizmente, cinco passageiros não haviam preenchido o papel – entre eles, as duas italianas com quem conversei na fila e um casal de brasileiros. Achei muito chato isso tudo, porque – bem ou mal – ninguém é obrigado a saber essas burocracias e deveria ser parte do serviço da empresa de ônibus instruir seus passageiros.

Como eu já havia passado por uma fronteira antes entre Copacabana e Puno, sabia do procedimento. Só que lá, o contexto era outro. Dentro do ônibus, um rapaz da empresa entregou os papéis para todos e explicou exaustivamente sobre o procedimento de fronteira. Houve esse cuidado com os turistas. Dessa vez, não. E eles tiveram que descer do ônibus para resolver a situação. Provavelmente, tiveram que pagar uma propina para o guarda, já que voltar para a fronteira não seria uma opção. Fiquei bem chateada, pois depois pensei que poderia ter comentado sobre essas coisas com as italianas, ou ainda com o casal de brasileiros, mas sei lá…

Tenho quase certeza que havia um esquema entre o motorista e esse posto de controle. Foi muito estranho o que aconteceu. O fato é: sempre se informe sobre os procedimentos da fronteira. Apesar de parecer que a América Latina é uma bagunça e qualquer um pode entrar e sair desses países, há sim uma burocracia e eles são bem chatos em relação a isso – já que sempre dá para faturar em cima daquele turista desavisado.

Bom, estresse passado, chegamos finalmente a La Paz. Eu já havia reservado uma noite no mesmo hostel da outra vez, o Loki, que super recomendo. Apenas ficaria ali até o dia seguinte, quando partiria para a cidade de Uyuni, que fica a cerca de 730 km ao sul da capital. Aproveitei que estava na rodoviária, e já comprei minha passagem, que saiu por 105 bolivianos (cerca de 30 reais).

Loki Hostel, em La Paz

Pela segunda vez em La Paz, já estava mais espertinha e descolada sobre o quesito alimentação. Fui logo a um dos bairros mais bacanas, o Sopocachi, para comer bem e não me preocupar com problemas intestinais. O restaurante se chama Fridolin e a comida é uma delícia. Meu prato, com bebida e até cafezinho no final) me saiu por 73 bolivianos, cerca de 21 reais. Se tivéssemos um restaurante como esse em São Paulo, o preço seria bem diferente.

Almoço no Fridolin

No dia seguinte, arrumei minhas coisas, almocei e fui novamente para a rodoviária, no final do dia, para encarar as longas 10 horas de viagem até Uyuni (que poderiam ser 13 ou 14, dependendo das condições da estrada, já que era a temporada de chuvas e tudo podia acontecer!).

O ônibus dessa vez era mais promissor: carro novo, cheirinho tolerável, todos tinham cobertor e até as poltronas estavam em bom estado. Só me restava mesmo aproveitar o caminho rumo ao lindo deserto boliviano.

Em La Paz, antes de embarcar para Uyuni

 


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11 responses

21 07 2013
Celio Peres

Parabéns pelo seu post, Camila! As informações nele contidos são muito valiosas para quem pretende aventurar-se pela América do Sul. A respeito do episódio relatado na fronteira Peru-Bolívia, eu passei por esse mesmo lugar em fevereiro de 2010 e aconteceu a mesma coisa comigo. Minha viagem havia iniciado pela Argentina, já havia percorrido Salta-Atacama-Uyuni-La Paz e por fim Copacabana. Como minha próxima escala seria Tiwanaku, era muito mais perto eu entrar no Peru via Yunguyo e voltar à Bolívia via Desaguadero, do que retornar até La Paz. Já havia carimbado minha saída do Peru e, quando começava a atravessar a ponte, um policial peruano me chamou de volta, pediu que entrasse em uma salinha e fez os mesmos procedimentos, pediu para contar meu dinheiro, e perguntou porque eu levava 1500 pesos argentinos (que haviam sobrado e que eu ainda não trocara), além de outras perguntas bestas e sem objetivo e o tempo todo, eu fiquei de olho no meu dinheiro. Por fim, fui liberado e não me levaram nada mas, trocando idéia com outros viajantes, fiquei sabendo que é uma prática muito comum tentativas de extorsão velada a turistas, sobretudo mochileiros, nesse posto fronteiriço, inclusive relatos onde eles realmente surrupiam pequenos valores. São uns safados, ladrões e corruptos e as autoridades peruanas deveriam fazer algo a respeito disso!

24 09 2013
Camila Pastorelli

Oi, Célio!
Tudo bem?
Obrigada pelas palavras.
E poxa, que chato que você passou pela mesma situação. Não pensei que era uma tentativa de extorsão na hora, pelo menos ali. Mas com certeza, essas situações são mais comuns do que imaginamos. Uma pena.
Abraços!

14 10 2013
Flávia

Olá Camila,
estou lendo seu relato e aproveitando para a viagem que farei em Janeiro/2014.
Saio 3 de janeiro com mais dois amigos, vamos a Sta cruz e de lá para La Paz. Algumas dúvidas me surgiram, se puder me ajudar agradeço.
Faremos o Downhill em La Paz no dia 6 e queremos ir pra Cusco no mesmo dia. É possível? Tem empresa de ônibus que faz esse trajeto a noite? E quais empresas você aconselha? (não consigo achar nenhuma).
E de La Paz para o Salar do Uyuni tem onibus que faz direto?

14 10 2013
Flávia

Adorei seu relato e espero que minha viagem seja tão boa quanto a sua parece ter sido.
Obrigada!

6 11 2013
Camila Pastorelli

Oi Flávia!
Obrigada por escrever e desculpe a demora na resposta!
Vamos lá, fiz o caminho inverso ao que você pretende fazer. Fui de Cusco para La Paz de ônibus, com a empresa Miramar (sobre isso, leia mais nesse post: https://camilabraga.wordpress.com/2012/11/12/os-ultimos-dias-em-cusco-e-a-volta-para-a-bolivia/#more-913). Há muitos empresas que fazem esse trajeto, é bem comum. Você pode inclusive ver na própria rodoviária de La Paz as opções. Agora, é uma viagem longa,de cerca de 10 horas. O aconselhável é sair pela noite e chegar em Cusco no outro dia de manhã.

De La Paz para Uyuni também é fácil. Na rodoviária, me lembro de ter umas 3 ou 4 empresas que faziam o trajeto. No post acima, você pode ler um pouquinho sobre isso também. A viagem é longa como a anterior, de 10h ou mais, dependendo das condições da estrada. Mas é lindo, não tem como não ir!
Espero que tenha ajudado!
Bjs

8 12 2013
Reinaldo Sandim

Ola Camila,
Seu relato é fantastico sobre esse trecho da sua viagem, entre Cuzco e La Paz.
Neste final de ano estou pretendendo fazer o trajeto para Cuzco a partir de Porto Quijarro na Bolivia, fronteira com o Brasil, passando por Santa Cruz de La Sierra, La Paz e depois Cuzco.
Pretendo fazer de Trem e Onibus.
Voce conhece esse trajeto ? Poderia me dizer quanto tempo eu levaria
até Cuzco ?
A partir de Cuzco, pretendo pegar aviao até Lima e de la em voo direto a
S. Paulo.
Quero fazer a viagem sozinho. É uma viagem de exploraçao evidentemente.

15 04 2014
Etiene

olá, Camilla. Realmente seu blog ajuda muito. estou com viagem marcada para maio e vou pegar todas as suas dicas.

Estou indo de Cuzco para La Paz pois quero conhecer o Deserto do Sal. Nãot tinha noção do tempo de viagem. Você considera a viagem, estrada perigosas? Aconselha ir de avião?

Obrigada,
Etiene

13 05 2014
Camila Pastorelli

Oi, Etiene!
Tudo bem?
Obrigada por escrever, e fico feliz que me blog te ajudou!
Sobre o trajeto que você comentou, fiquei na dúvida: sua pergunta se refere a Cusco-La Paz ou La Paz-Uyuni?
Se for a primeira opção, a resposta está nesse post mesmo!rs São cerca de 10h e não achei a estrada muito perigosa não (pelo menos não ao ponto de trocar por avião) Para os parâmetros de Bolívia, ela era bem ok.
Sobre o segunda opção, o tempo é quase o mesmo, mas às vezes pode ser mais, em função das chuvas. Vale perguntar para a empresa que escolher, na rodoviária. Uma alternativa ao ônibus, é o trem, mas lembro que você tinha que trocar uma ou duas vezes de trem, e o valor não compensava muito.
Essa estrada achei piorzinha que a do trajeto acima, principalmente na parte quando começa a chegar na região do deserto. O ônibus balança bastante, se vc costuma passar mal, prepare-se! MAS posso dizer que sobrevivi!rs
Espero que tenha ajudado!
Beijos e boa viagem!

14 07 2015
Cosuelo Barbosa

Oi Camila, estou viajando com minhas duas filhas jovens. Estamos querendo fazer uma viagem por La Paz, Copacabana, Cuzco- Macchu Picho e Salar de Uyuni. Gostaria de saber se você poderia orientar o melhor trajeto, por favor.
Muito Obrigada.

7 01 2016
KARIME

Oi Camila, adorei seu blog.

Gostaria de saber quais são as empresas que fazem esse trajeto alem dessa miramar? Não consegui encontrar na net muita informacao sobre essas empresas

Voce comprou na hora, mas sabe se tem alguma outra opcao para comprar pela internet?

Muito obrigada pela força!

7 01 2016
Camila Pastorelli

oi Karime, tudo bem? obrigada por escrever! Faz um tempinho que fui e não me lembrava, mas busquei nos meus emails e achei essa empresa, que também orcei antes de ir. Veja se ainda fazem. Espero que ajude. bjs! AGENCIA DE VIAJES TURISMO BOLIVIA – PERÚ
Nombre Comercial: BOLIVIA EXPEDITION
Oficina Central La Paz: Calle Linares Nº 947 (Al interior del Hotel La Posada de La Abuela)
Teléfono: (591-2) 2316971, Fax (591 -2) 2153239
Móvil 24 Hrs: (591) 71216333 / 73082888 / 67001312.
Oficina en Uyuni – Salar: Av. Ferroviaria s/n
Oficina en Sucre: Calle Argentina Nº 73.
E-mails: turismoboliviaperu@gmail.com
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