Terremoto no Chile.

28 02 2010

Os tremores de 8,8 graus sentidos no Chile na madrugada de sexta para sábado já deixaram mais de 300 mortos, 15 desaparecidos e 2 milhões de pessoas desabrigadas.

Conheci Santiago em 2008, quando viajei para o país com minhas amigas da faculdade para fazer uma reportagem sobre a tentativa de se construir usinas hidrelétricas na Patagônia. Como primeira viagem internacional, a memória afetiva é muito grande, e a identificação com a tragédia não poderia ser diferente.

Entrei em contato com alguns jornalistas e outras fontes que entrevistamos por lá, durante nossa visita, e a medida que obtiver as respostas, irei colocá-las todas aqui.

A primeira a responder por email foi a jornalista chilena Daniela Estrada, que deu seu depoimento, contando como foram os momentos após os tremores. Segue abaixo.

– Onde você estava quando o terremoto começou?

Estava dormindo, eram 3:34 da madrugada.

– De que forma sentiu os tremores?
Acordei com o movimento da minha cama. O tremor foi ondulante e durou cerca de 2 minutos. Me levantei da cama e fui até a porta de minha casa para me proteger.

– Como a cidade ficou, pela manhã?

Foram derrubados edifícios, casas, rodovias, pontes… A última declaração oficial fala em 147 mortos. (o email foi respondido às 17h19 do sábado) 
 

– O que é mais necessário agora, qual a prioridade?
Agora o país está em estado de emergência, resgatando feridos, evacuando lugares afetados, contabilizando feridos e reparando os danos.

– Como está a comunicação do país?

A  comunicação telefônica (fixa e celular) ainda não se normalizou em todo o Chile. Há zonas em que não se tem eletrecidade, nem outros serviços básicos. Registrou-se, também, alguns saques ao comércio.

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O Flickr mostra algumas fotos de seus usuários que registraram a situação do país, depois dos tremores: http://blog.flickr.net/2010/02/27/earthquake-in-chile/

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One response

16 04 2010
Maria Amélia

Ola, sou estudante de Jornalismo e vou fazer uma materia a respeito da mobilização civil para a reconstrução do Chile. Mas estou com uma grande dificuldade em encontrar contatos que possam me ajudar a realizar este trabalho.
Gostaria de saber se você pode me ajudar a falar com alguma pessoa que acrescente algo a minha matéria.
Grata desde já, aguardo resposta

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