A moda agora é cultivar olheiras.

6 04 2009

Não bastassem todas as inconveniências dessa vida de meu Deus, surge esse último ano de faculdade com o divertidíssimo trabalho de conclusão de curso. Só alegria por aqui. E  sim, estou tratando de cultivar um lindo par de olheiras, assim como muitos de meus colegas. Acho que já até acostumei com os estudos na madrugada, que acabo rendendo mais depois das 00:00 am, acreditam? Um absurdo. Mas vai valer à pena, o trabalho tá ficando bonito, composto e encorpado. Yeah!

Entre um fichamento e outro, e uma pesquisa e outra, me aventuro para o Arquivo do Estado de São Paulo, em busca de jornais do período que vou analisar – sim, além da pesquisa e da peça jornalística, inventei uma análise de mídia. Sabe como é, só para dar um charme a mais.

O que eu acho incrível nesse lugar – além da organização e da quantidade de material que tem por lá – é esse espírito que baixa na gente, de jovens pesquisadores. Você fica lá, com seu crachá e sua luvinha para não sujar as mãos (às vezes, até uma máscara! Dependendo da situação lamentável do material), analisando documentos antigos. Não tem como resistir.

Mas como nem tudo nessa vida são estudos, existem aqueles momentos nos quais você se distrai com uma notícia ou outra nos idos de 1991, como foi o caso da seguinte manchete: “Amante morde a língua de operário”. COMO ASSIM?? Pois é, o cara brigou com a amante, deu-lhe uns tapas, e depois resolveu fazer as pazes. Mas no exato momento do beijo, a jovem não teve dúvidas: Arrancou um pedaço da língua do traidor. A matéria dizia que ele chegou no pronto-socorro gritando e com a boca sangrando. Depois falam que é em jornal do interior que tem notícia desse calibre. Uhmmff.
Enfim, me diverti à valer – entre o nascimento de um ornitorrinco e a inauguração da linha verde do metrô, em São Paulo.

Só para não dizer que não provei nada disso que escrevi, selecionei uns recortes – não tão legais quanto os da amante carnívora -, do ano de 1975. Precisei de umas matérias da Folha de S. Paulo desse ano para quando fiz a iniciação científica, e como estava com a câmera em mãos – diferentemente dessa última vez que estive no Arquivo -, aproveitei e tirei umas fotos de momentos marcantes da década de 70.

E quem disse que jornal não serve para nada?

Suicídio? Quanta bobagem...

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João do Pulo: De Pinda para o mundo.

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Mackenzie dominando o quarterão de Higienópolis.

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O AB Toner dos anos 70.

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Mais um pouco e vira um deserto mesmo.

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One response

20 04 2009
Felipe Zveibil Fisman

Ah…

Nem me fale em TCC! Vou tentar aproveitar este feriado para dar uma quintuplicada (isso existe?) no meu…

By the way, dê uma passada pelo meu blog. Mudei o topo, melhorei ainda mais a barra da direita e postei aquele vídeo do Twitter que você me mandou, te citando é claro…

Bjs

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